Ser você mesmo ou atender as expectativas do mundo



As grandes conquistas não são feitas por aqueles que se rendem às tendências, aos modismos passageiros e a opinião popular.


- Jack Kerouac


Nessas idas e vindas de reflexões, você observa que o espelho da humanidade está toda dentro de uma rede; a internet. Nesta, você observa o quanto vidas tem se tornado superficiais demais. 
Existem uma gama de competições surreais, e pressões psicológicas que chegam em um patamar de idealizações que na verdade, por mais que pareçam reais, não existem.
As pessoas trocam os conceitos de morais e éticas por qualquer coisa que as façam se sentir belas, poderosas, e inalcançáveis nestas disputas entre máscaras e caráteres deformados pela qual elas se deixaram denegrir.
obs.: Depois eu vou tentar escrever um artigo referencial à ética e moral (espero que me sobre tempo), de caráter informativo.
Será que o conceito de beleza realmente é física? Ou você não é capaz de observar que as pessoas que lhes cercam todos os dias, as quais você faz questão de manter por perto, nem sempre estão tão impecáveis como as revistas de moda nos incentivam nesta busca frenética e desnecessária pela perfeição física; fazendo o mundo mergulhar de cabeça na futilidade e esquecer por completo de alimentar sua alma, seu ego, seu ser de forma realmente construtiva?
Eu tenho certeza absoluta, que para alguém estar ao seu lado, você procura no mínimo pessoas que sejam agradáveis e que te façam bem com sua presença; e neste caso, a casca que vestimos, pouco importa. A alma linda e livre desta pessoa provavelmente faz dos seus dias um lugar verdadeiramente belo.
Mas quem disse que o caráter corrompido desta geração esta fadado somente a fixação pela beleza e futilidade física?
Infelizmente, meu argumento vai mais longe do que este paradigma que acabo de citar acima. No mundo, através das redes, podemos observar futilidades de egos fadados ao fracasso, por estarem completamente estilhaçados em seus conceitos distorcidos e completamente errôneos no que se diz ser ou ter alguma coisa.
E isso não é mais novidade nenhuma que eu já não tenha expelido de forma bem radical por aqui.
Observamos inevitavelmente disputas por intelectos que no fundo, quando buscamos na raiz do que se trata cada assunto; percebemos que a pessoa só deu um Google rápido e mencionou para o outro a primeira coisa que apareceu em sua frente. Outras, que conseguem fazer de tudo, incluindo mexer nas economias de seus país idosos a fim de manter uma vida completamente montada e perfeita feito a casa da Barbie. Pessoas que precisam chegar a estes níveis, para provar para si mesmas e para o mundo (este que pouco anda se importando), para pisar, e dizer com todas as letras que hoje é alguém na vida, sem nem saber o real significado disso.
Não é algo que eu possa ignorar por aqui, minha opinião é muito válida sim, porque isso acontece o tempo todo, e a todo o momento com um mundo que só quer mostrar suas realizações e conquistas; sem nem ao menos dividir sua caminhada com seus semelhantes, ajudando, até mesmo num conselho em como você pode ser pleno e vencer seus desafios... Isso não é de se admirar, uma vez que, só é possível alcançar certo conhecimento e maturidade dos fatos quando você os vive de verdade. O que não ocorre na íntegra com a vida dessas pessoas.
São tantos "obrigados", com uma busca incensante pelo "reconhecimento" para de alguma forma convencer a si mesmo (a) de que tem algum valor. Pois o ou a mesmo (a) não se convence disso, até que alguém lhe diga o quanto és valioso (a).
É algo sim que deve ser debatido e refletido; pois implica em mentes saudáveis ficando completamente doentes por causa dessa obsessão arcaica em busca de uma vida perfeita aos padrões que a sociedade nos impõe, que nesta busca frenética por aplausos, te deixa perdido, quando se volta para o mundo real e encara sua verdadeira realidade nada cor de rosa.


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