Copenhagen

Desde muito criança eu sempre fui atraída por coisas opostas a de que de costume toda a minha família gostava. E eu cresci e percebi que continuo sendo aquela garota que não se deixa levar por propagandas, ou modinhas. Eu sempre tento buscar o desconhecido, aquilo que tem menos evidência, aquilo que geralmente tem notas baixas por não suprir as expectativas da maioria das pessoas. E como eu não sou essa maioria, eu geralmente, mergulho de cabeça no desconhecido.
E foi o que fiz quando assisti Copenhagen, um filme instigante, intrigante e que aborda diversos assuntos como os de "família", "menor idade", "liberdade", "felicidade nas pequenas coisas", "simplicidade", "amor","inocência" e "respeito".
E se existe uma coisa que pode roubar literalmente meu coração é a trilha sonora de um filme. Eu sou apaixonada por trilhas sonoras, e geralmente de filmes estrangeiros, aqueles que por um acaso muito distante veio parar aqui no Brasil; mas que quando comento, praticamente ninguém assistiu. 
E eu coleciono todas elas, e neste ano, mesmo o filme sendo de 2014, ele e sua trilha sonora roubou meu coração. 
"Cinema é como um sonho, como uma música. Nenhuma arte perpassa a nossa consciência da forma como um filme faz; vai diretamente até nossos sentimentos, atingindo a profundidade dos quartos escuros da nossa alma. "
-Ingmar Bergman

Talvez seja por esse motivo que diversos livros tem conhecido a sétima arte, afinal de contas, quando uma história é realmente boa, ela merece ser contada por inúmeros pontos de vista artístico. 
Estou in love com esse filme, essa música, essa cidade, essa vibe.



Abaixo algumas fotos do filme:









Ponto de vista da psicologia: O homem se descobre a partir do contorno que o outro dá, desenvolvendo a própria identidade, que às vezes está encoberta por tantas defesas construídas ao longo da vida. O filme, ainda que seja considerado drama romântico, se revela superior a isso, pois mais do que um romance, a estória nos brinda com uma trajetória do ser em busca de si mesmo. Por muitos momentos, o filme me lembrou uma ferramenta muito utilizada no processo terapêutico denominada GENOGRAMA. Seu uso está entrelaçado com o processo de reconhecimento da própria história e a capacidade de escolha do indivíduo.
fonte: psicologia e cinema


Assista ao trailer clicando aqui!

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