O que fazer?



O que fazer quando se está atolada de trabalhos até a cabeça? O que fazer quando seus prazos acabam e sua bendita inspiração não chega?
Sabe de uma coisa? Eu não vou esquentar tanto assim não, em cima da minha mesa tem uma pilha de papeis, chamando-me para trabalhar, e isso é uma coisa linda para quem ama o que seu trabalho lhe proporciona.
A liberdade, a criação e tantas outras sensações maravilhosas que o "ser escritora" nos presenteia.
Ah! Mas não adianta, eu não vou esquentar...
Fazer algo forçado é o mesmo que ser obrigado. Escritor não gosta que cortem suas asas e lhe pregue em uma cadeira até que seus serviços terminem.
Lógico que não vou deixar de fazer. Mas, nota-se uma certa ironia em minha escrita.
Nada mais e nada menos do que ter asas para criar, nada mais e nada menos do que sair por aí sem correntes em seus tornozelos. Quer um conselho? O segredo é o amor, ah, o amor! (E não é daqueles feito Romeu e Julieta não!)
É daqueles que quando olhamos para algo que está completamente terminado, você chega e suspira por aquilo, só pelo fato de ter sido você a (o) sortuda (o) por tamanho privilégio.
Quando você se desprende dessas amarras psicológicas que você mesmo cria, o amor pelo que você faz se dissipa e sua inspiração floresce.
Existem muitas pessoas que não sabem dar a si mesmos "o pequeno luxo" de respirar novos ares, de arejar para que as ideias voltem.
Libertem-se das amarras do dia a dia, permitam-se um momento de reflexão ou até de não fazer nada, só por você.
Não fiquem com essa ideia doentia que só quem trabalha o tempo todo e a todo tempo, sempre, sempre é o mais produtivo. Enganam-se! É necessário respirar... e então, sim, trabalhar.

Deixa eu ir lá olhar o céu, o sol matinal e ler minha revista de moda "superficial", só porque eu mereço tudo do que a vida me oferece, desde as mais pequeninas coisas até as mais grandes!

E isso, com certeza, você também merece! ;)


0 comentários